29 de Novembro de 2011 - 13:14
Artigo: Força, Lula!
O presidente Lula passa por um momento delicado e precisa de total apoio da família, dos amigos e dos que o admiram, pois o período em que vive é amargo. Quem passou por isso, ou compartilhou dessa dor com um ente querido, sabe do que estou falando. O caminho é doloroso: descobrir a doença, encará-la de frente, fazer o tratamento e sofrer com os efeitos colaterais é um desafio à superação. O Presidente Lula vai tirar essa de letra e de onde sairá mais fortalecido.
SUS x Plano Privado
Acredito que um dos grandes aliados das pessoas que enfrentam o câncer é a informação, para que sigam fortes e se fortaleçam, sendo capazes de participar das decisões que serão tomadas dali para frente. Afinal de contas, é a nossa vida que está em jogo e temos que lutar por ela. Muitas vezes temos que brigar por ela. O que é perfeitamente válido. Quase sempre, a única saída é procurar os órgãos de Saúde Pública. E pensar na Saúde Pública é imaginar o enfrentamento de filas, postos de
saúde, prontos socorros e hospitais lotados, além das dificuldades no atendimento, principalmente o tempo de espera. A gente se revolta por pagar impostos e não ter o atendimento público a que faz jus. Sente-se humilhado, pois sabe que vai gastar aquilo que tem e o que não tem para ter atendimento particular.
Quem tem plano de saúde privado enfrenta outros problemas. Os planos básicos contêm restrições no atendimento, o que faz com que o usuário pague “adicionais” para fazer uma cirurgia, realizar exames mais complexos (hoje não se faz diagnóstico sem imagem), ter um quarto privativo, que levarão a gastos inimagináveis.
Entre o SUS e o Plano Privado de Saúde encontramos vantagens e desvantagens. A diferença está na qualidade do tratamento que o paciente necessita e recebe. O SUS oferece assistência gratuita para os pacientes com câncer. No entanto, se o paciente precisar de atendimento rápido vai penar diante da falta de capacidade da rede pública para atendê-lo.
Os planos privados muitas vezes nos surpreendem, deixando-nos desesperados. Geralmente a pessoa escolhe o plano de saúde sem analisar os itens do contrato, ignorando assim as carências, a rede hospitalar conveniada, se cobram por cirurgias, se existem restrições, se tem direito a tomografia, ressonância magnética e... se entrarmos, por exemplo, no campo do atendimento aos idosos, onde os planos privados cobram muito mais caro, ai então, o processo é desanimador. E o que deve fazer o cidadão?
Nos dois casos, SUS X Plano Privado de Saúde, o importante é exigir o cumprimento dos nossos direitos. No caso de mau atendimento, omissão na prestação do socorro ou
negligência, quem se sentir discriminado ou sofrer qualquer tipo de preconceito ou abuso deve botar a boca no mundo. Deve mesmo chamar a polícia, procurar assistência jurídica e, se não tiver condições de pagar um advogado, deve ir à Justiça, procurar a Defensoria ou a Promotoria da cidade onde mora. O que importa é que a pessoa – você – tenha essas necessidades fundamentais atendidas.
Lutar sempre traz resultados positivos na cura e no controle da doença, pois resgata a autoestima e a autoconfiança. Nunca se deixe abater pela tristeza. Por fim, orar em voz alta é fundamental, pois Deus nos ouve e atende aos nossos pedidos. Depois, a palavra tem poder.
Por fim, uma lembrança de uma recomendação fundamental àqueles que cuidam da nossa saúde: alimentação sadia é fundamental na recuperação do câncer! Força, Lula!
Dalva Lazaroni é professora, escritora e coordenadora da Escola de Formação Política Edinha Maia, do PT-Duque de Caxias.
SUS x Plano Privado
Acredito que um dos grandes aliados das pessoas que enfrentam o câncer é a informação, para que sigam fortes e se fortaleçam, sendo capazes de participar das decisões que serão tomadas dali para frente. Afinal de contas, é a nossa vida que está em jogo e temos que lutar por ela. Muitas vezes temos que brigar por ela. O que é perfeitamente válido. Quase sempre, a única saída é procurar os órgãos de Saúde Pública. E pensar na Saúde Pública é imaginar o enfrentamento de filas, postos de
saúde, prontos socorros e hospitais lotados, além das dificuldades no atendimento, principalmente o tempo de espera. A gente se revolta por pagar impostos e não ter o atendimento público a que faz jus. Sente-se humilhado, pois sabe que vai gastar aquilo que tem e o que não tem para ter atendimento particular.
Quem tem plano de saúde privado enfrenta outros problemas. Os planos básicos contêm restrições no atendimento, o que faz com que o usuário pague “adicionais” para fazer uma cirurgia, realizar exames mais complexos (hoje não se faz diagnóstico sem imagem), ter um quarto privativo, que levarão a gastos inimagináveis.
Entre o SUS e o Plano Privado de Saúde encontramos vantagens e desvantagens. A diferença está na qualidade do tratamento que o paciente necessita e recebe. O SUS oferece assistência gratuita para os pacientes com câncer. No entanto, se o paciente precisar de atendimento rápido vai penar diante da falta de capacidade da rede pública para atendê-lo.
Os planos privados muitas vezes nos surpreendem, deixando-nos desesperados. Geralmente a pessoa escolhe o plano de saúde sem analisar os itens do contrato, ignorando assim as carências, a rede hospitalar conveniada, se cobram por cirurgias, se existem restrições, se tem direito a tomografia, ressonância magnética e... se entrarmos, por exemplo, no campo do atendimento aos idosos, onde os planos privados cobram muito mais caro, ai então, o processo é desanimador. E o que deve fazer o cidadão?
Nos dois casos, SUS X Plano Privado de Saúde, o importante é exigir o cumprimento dos nossos direitos. No caso de mau atendimento, omissão na prestação do socorro ou
negligência, quem se sentir discriminado ou sofrer qualquer tipo de preconceito ou abuso deve botar a boca no mundo. Deve mesmo chamar a polícia, procurar assistência jurídica e, se não tiver condições de pagar um advogado, deve ir à Justiça, procurar a Defensoria ou a Promotoria da cidade onde mora. O que importa é que a pessoa – você – tenha essas necessidades fundamentais atendidas.
Lutar sempre traz resultados positivos na cura e no controle da doença, pois resgata a autoestima e a autoconfiança. Nunca se deixe abater pela tristeza. Por fim, orar em voz alta é fundamental, pois Deus nos ouve e atende aos nossos pedidos. Depois, a palavra tem poder.
Por fim, uma lembrança de uma recomendação fundamental àqueles que cuidam da nossa saúde: alimentação sadia é fundamental na recuperação do câncer! Força, Lula!
Dalva Lazaroni é professora, escritora e coordenadora da Escola de Formação Política Edinha Maia, do PT-Duque de Caxias.
Para criar um comentário é necessário estar logado. Entre ou registre-se
Acompanhe os comentários...
Total: 2 comentários