Educação, garantia de sucesso! | 25 de Janeiro de 2012 - 19:55
E assim começa o ano...
I – Aguardamos com ansiedade o final do ano. É uma época de muito estresse positivo. Comemorações, festas, presentes. O salário veio dobrado! Reencontro com a família, muitas e muitas calorias.
Depois disso tudo, vem a alta temporada de férias. Mesmo que não estejamos gozando o merecido descanso, o clima de férias prevalece. São os filhos, os amigos, as ruas mais vazias, as escolas fechadas. É verão e o horário modificado, que nos traz a noite um pouco mais tarde, faz com que os dias se tornem mais longos.
O ano tem doze meses, mas os governos, sempre eles, teimam em nos chamar à realidade, impondo-nos, no início de ano, uma série de compromissos, dos quais nos esquecemos. Eles, os governos, têm restos a pagar, e nós, tudo a pagar. Alguns compromissos são inevitáveis, nesta época: a matrícula dos filhos, os livros didáticos, uniformes e as extorsivas listas de material escolar das escolas privadas. Digo extorsivas porque na planilha de custo das escolas já estão incluídos itens como papel ofício, cópias reprográficas, giz, material de limpeza, papel higiênico, entre outros. Mas algumas escolas teimam em incluir isso nos materiais de uso individual. Os Procons orientam os pais a não se submeterem a exigências absurdas, e junto com o MP os órgãos de defesa do consumidor estão aí para amparar e orientar os pais nessa hora.
II – Como disse anteriormente, os governos concentram toda carga tributária sobre o cidadão nos primeiros meses do ano: IPTU, IPVA, imposto de renda e outros. Tão entretidos estamos, que não nos damos conta da pesada carga tributária que cai sobre nós: Até o mês de maio nosso salário é apenas para pagar tributos. Sobre isso, a revista Época publicou esta matéria:
“O trabalhador médio brasileiro paga anualmente em impostos o equivalente a cinco meses de trabalho. Cerca de 40% de sua renda é consumida por vários tipos de impostos - o de renda, cobrado na folha de pagamento dos que têm carteira assinada, o de patrimônio, como o IPTU, e o de consumo, embutido em todos os produtos comprados no país, do feijão com arroz no supermercado, ao tênis, o aparelho de televisão e o automóvel. Os dados fazem parte do já tradicional estudo sobre gastos com tributos, realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.”
A parcela mais penalizada da população são as famílias de classe média, com renda entre R$ 3.000,00 e R$ 10.000,00. Cerca de 74,4% do rendimento e 272 dias de trabalho por ano são consumidos pelo pagamento de impostos e de serviços que o Estado deixa de oferecer com qualidade. Os mais ricos, com rendimento acima de R$ 10.000, também fazem um desembolso elevado: 73,8% da renda e 269 dias de trabalho. Isso não que dizer que os mais pobres são poupados e que se faz justiça social no Brasil por meio da cobrança de tributos. O Estado consome metade da renda das famílias que ganham menos de R$ 3.000,00 reais.
Ao final, o brasileiro médio só começa a trabalhar para comer, vestir, morar, adquirir bens, divertir-se e fazer alguma poupança em primeiro de outubro.” (Época Negócios)
III – Saímos dos festejos natalinos e das férias, recebendo a conta da festa: carnês (ainda existem!), os cheque que começam a cair na conta e faturas de cartões de crédito com a conta dos exageros cometidos. O carnê do IPTU sempre majorado, as poucas parcelas do IPVA (por que o governo do Estado não aumenta o número de parcelas?) e então...
IV - É Carnaval! Como resistir? Não viajar, não aproveitar os cinco dias da melhor maneira possível? Afinal o ano começa em março e teremos dez meses para nos prepararmos para 2013, quando tudo se repetirá, da mesma maneira.
V – Um bom início de ano para todos nós!
Depois disso tudo, vem a alta temporada de férias. Mesmo que não estejamos gozando o merecido descanso, o clima de férias prevalece. São os filhos, os amigos, as ruas mais vazias, as escolas fechadas. É verão e o horário modificado, que nos traz a noite um pouco mais tarde, faz com que os dias se tornem mais longos.
O ano tem doze meses, mas os governos, sempre eles, teimam em nos chamar à realidade, impondo-nos, no início de ano, uma série de compromissos, dos quais nos esquecemos. Eles, os governos, têm restos a pagar, e nós, tudo a pagar. Alguns compromissos são inevitáveis, nesta época: a matrícula dos filhos, os livros didáticos, uniformes e as extorsivas listas de material escolar das escolas privadas. Digo extorsivas porque na planilha de custo das escolas já estão incluídos itens como papel ofício, cópias reprográficas, giz, material de limpeza, papel higiênico, entre outros. Mas algumas escolas teimam em incluir isso nos materiais de uso individual. Os Procons orientam os pais a não se submeterem a exigências absurdas, e junto com o MP os órgãos de defesa do consumidor estão aí para amparar e orientar os pais nessa hora.
II – Como disse anteriormente, os governos concentram toda carga tributária sobre o cidadão nos primeiros meses do ano: IPTU, IPVA, imposto de renda e outros. Tão entretidos estamos, que não nos damos conta da pesada carga tributária que cai sobre nós: Até o mês de maio nosso salário é apenas para pagar tributos. Sobre isso, a revista Época publicou esta matéria:
“O trabalhador médio brasileiro paga anualmente em impostos o equivalente a cinco meses de trabalho. Cerca de 40% de sua renda é consumida por vários tipos de impostos - o de renda, cobrado na folha de pagamento dos que têm carteira assinada, o de patrimônio, como o IPTU, e o de consumo, embutido em todos os produtos comprados no país, do feijão com arroz no supermercado, ao tênis, o aparelho de televisão e o automóvel. Os dados fazem parte do já tradicional estudo sobre gastos com tributos, realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.”
A parcela mais penalizada da população são as famílias de classe média, com renda entre R$ 3.000,00 e R$ 10.000,00. Cerca de 74,4% do rendimento e 272 dias de trabalho por ano são consumidos pelo pagamento de impostos e de serviços que o Estado deixa de oferecer com qualidade. Os mais ricos, com rendimento acima de R$ 10.000, também fazem um desembolso elevado: 73,8% da renda e 269 dias de trabalho. Isso não que dizer que os mais pobres são poupados e que se faz justiça social no Brasil por meio da cobrança de tributos. O Estado consome metade da renda das famílias que ganham menos de R$ 3.000,00 reais.
Ao final, o brasileiro médio só começa a trabalhar para comer, vestir, morar, adquirir bens, divertir-se e fazer alguma poupança em primeiro de outubro.” (Época Negócios)
III – Saímos dos festejos natalinos e das férias, recebendo a conta da festa: carnês (ainda existem!), os cheque que começam a cair na conta e faturas de cartões de crédito com a conta dos exageros cometidos. O carnê do IPTU sempre majorado, as poucas parcelas do IPVA (por que o governo do Estado não aumenta o número de parcelas?) e então...
IV - É Carnaval! Como resistir? Não viajar, não aproveitar os cinco dias da melhor maneira possível? Afinal o ano começa em março e teremos dez meses para nos prepararmos para 2013, quando tudo se repetirá, da mesma maneira.
V – Um bom início de ano para todos nós!
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