Mundo ao contrário | 16 de Julho de 2011 - 22:58
Um pouco de Márcio Libar
Em geral quando escrevo sobre mim costumo não me levar à sério e acabo me ridicularizando. Afinal esse é o meu papel de palhaço.
Por isso resolvi postar um texto que fala de mim na terceira pessoa. Mas, qualquer idiota saberá que fui eu mesmo quem escrevi.
Marcio Libar é o que pode se chamar “produtor de conhecimento”. Apesar de ter atuação efetiva no meio teatral, sua carreira adquiriu mais notoriedade através do seu trabalho como palhaço e naquilo que ele próprio define como teatro cômico popular.
É considerado hoje uma das principais referencias do humor brasileiro, pois seu trabalho, nunca se restringiu apenas a cena. Sua excelência se expressa na criação de números, cenas, espetáculos, mas também pelo seu aspecto pedagógico, principalmente através de suas oficinas voltadas para atores e não atores.
Ator e palhaço premiado no Brasil e no exterior. Sua oficina “A Nobre Arte do Palhaço” já atingiu cerca de três mil pessoas e é considerada hoje um dos processos artísticos pedagógicos mais importantes do país.
Os primeiros 20 anos de carreira foram dedicados quase que totalmente a criação de modelos de gestão coletiva, articulação de redes de colaboração e intercâmbios. A criação do Grupo “Teatro de Anônimo”, do evento “Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços” e da criação da “Rede Circo do Mundo” voltado para o circo-social foram algumas dessas iniciativas.
Na última década, Marcio conciliou seu fazer artístico com uma atuação pontual no campo das Políticas Publicas, onde exerceu o cargo de Coordenador de Teatro de Rua e Circo, além de assumir a direção do Teatro Glaucio Gill pela Secretaria de Cultura do Estado. Atualmente é diretor residente do Teatro Maria Clara Machado/ Planetário da Gávea pela Secretaria de Cultura do Município.
Marcio Libar é antes de tudo um ator que pensa e reflete sobre seu ofício seja no seu aspecto técnico, ético ou estético. Um artista conectado com o seu lugar e o seu tempo. Que interfere nos processos evolutivos da cultura brasileira. Um criador que inventou através de sua arte uma maneira de criar, agir e interferir no desenvolvimento social e humano.
Através de espetáculos, oficinas, palestras, ou através do seu livro A Nobre Arte de Palhaço (2008 – Edição do autor – Patrocínio PETROBRAS). Seja no teatro, nas ruas, circo, televisão ou cinema, Marcio tem imprimido a marca da inquietude e da inovação. Sempre buscando novos modelos de criação, colaboração e gestão cultural e artística.
O último Manifesto do Novo Clube de Paris preconiza a imediata subvenção a essas ações que valorizem e fortaleçam a produção de conhecimento, pois esta será a mola mestra de uma nova economia que emerge e que prevalecerá nos próximos 25 anos.
Além de estar totalmente alinhado com tais princípios, o diferencial apresentado pelos processos aplicados por Marcio Libar, deve-se exclusivamente ao fato de seu conteúdo artístico pedagógico promover através de seus conteúdos uma dinâmica de transformação humana e social.
Por isso resolvi postar um texto que fala de mim na terceira pessoa. Mas, qualquer idiota saberá que fui eu mesmo quem escrevi.
Marcio Libar é o que pode se chamar “produtor de conhecimento”. Apesar de ter atuação efetiva no meio teatral, sua carreira adquiriu mais notoriedade através do seu trabalho como palhaço e naquilo que ele próprio define como teatro cômico popular.
É considerado hoje uma das principais referencias do humor brasileiro, pois seu trabalho, nunca se restringiu apenas a cena. Sua excelência se expressa na criação de números, cenas, espetáculos, mas também pelo seu aspecto pedagógico, principalmente através de suas oficinas voltadas para atores e não atores.
Ator e palhaço premiado no Brasil e no exterior. Sua oficina “A Nobre Arte do Palhaço” já atingiu cerca de três mil pessoas e é considerada hoje um dos processos artísticos pedagógicos mais importantes do país.
Os primeiros 20 anos de carreira foram dedicados quase que totalmente a criação de modelos de gestão coletiva, articulação de redes de colaboração e intercâmbios. A criação do Grupo “Teatro de Anônimo”, do evento “Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços” e da criação da “Rede Circo do Mundo” voltado para o circo-social foram algumas dessas iniciativas.
Na última década, Marcio conciliou seu fazer artístico com uma atuação pontual no campo das Políticas Publicas, onde exerceu o cargo de Coordenador de Teatro de Rua e Circo, além de assumir a direção do Teatro Glaucio Gill pela Secretaria de Cultura do Estado. Atualmente é diretor residente do Teatro Maria Clara Machado/ Planetário da Gávea pela Secretaria de Cultura do Município.
Marcio Libar é antes de tudo um ator que pensa e reflete sobre seu ofício seja no seu aspecto técnico, ético ou estético. Um artista conectado com o seu lugar e o seu tempo. Que interfere nos processos evolutivos da cultura brasileira. Um criador que inventou através de sua arte uma maneira de criar, agir e interferir no desenvolvimento social e humano.
Através de espetáculos, oficinas, palestras, ou através do seu livro A Nobre Arte de Palhaço (2008 – Edição do autor – Patrocínio PETROBRAS). Seja no teatro, nas ruas, circo, televisão ou cinema, Marcio tem imprimido a marca da inquietude e da inovação. Sempre buscando novos modelos de criação, colaboração e gestão cultural e artística.
O último Manifesto do Novo Clube de Paris preconiza a imediata subvenção a essas ações que valorizem e fortaleçam a produção de conhecimento, pois esta será a mola mestra de uma nova economia que emerge e que prevalecerá nos próximos 25 anos.
Além de estar totalmente alinhado com tais princípios, o diferencial apresentado pelos processos aplicados por Marcio Libar, deve-se exclusivamente ao fato de seu conteúdo artístico pedagógico promover através de seus conteúdos uma dinâmica de transformação humana e social.
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