Conexão Carioca 1
Edição: 1999
Faixas: 17
Tempo total: 0:63:53
Produção: Euclides Amaral e Paulo Renato
  Conexão Carioca 2
Edição: 2000
Faixas: 17
Tempo total:0: 65:18
Produção: Euclides Amaral
  Conexão Carioca 3
Edição: 2002
Faixas: 18
Tempo total:0: 63:53
Edição: 2003
Faixas: 18
Tempo total: 1:06:00
Produção: Euclides Amaral
     
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Baixada Fácil

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Eduardo Ribeiro

Contatos:
Euclides Amaral - 21 3351-3746
 
Críticas

Conexão 1 : Conexão 2 : Conexão 3

Antonio Carlos Miguel (O Globo)
Joaquim Ferreira dos Santos (Jornal O Dia)
Revista Backstage
Marcio Paschoal (Jornal das Gravadoras)
Ricardo Cravo Albin (Conexões 1 e 2)
Rogério Lessa (Revista Música Brasileira)
Sergio Natureza (Jornal Gazeta Mercantil e Conexão 3)
Tárik de Souza (Jornal do Brasil)
Euclides Amaral (Jornal da Rádio Bicuda FM)
Marcelo Waddington (Enseada Jornal)
Alberto Ellobo e Cristiane Freitas (Jornal O Municipal Baixada Fluminense)
Kátia Xavier (Jornal O Povo)
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CONEXÃO CARIOCA 1 : Histórico>>>


“Um pau-sebo da melhor qualidade com jovens músicos do Rio. Sem preconceito eles tratam de choros, sambas até mesmo funk, com bons intérpretes e compositores, que disputam vaga agora em disco solo com melhor produção”.
Joaquim Ferreira dos Santos - Jornal O Dia 11/1999.

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“O disco "Conexão carioca", produção independente que reúne quase duas dezenas de compositores e cantores radicados no Rio, oferece um variado e irregular painel da produção contemporânea. Entre os destaques está o guitarrista e compositor Renato Piau (veterano músico do grupo de Luiz Melodia) e cantores como Ceiça, Elza Maria e Marko Andrade”.
Antonio Carlos Miguel - Jornal O Globo 11/1999.
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“No Espaço Cultural Caravelas, em Botafogo, no dia 23 de novembro rolou o coquetel de lançamento do CD “Conexão Carioca". O CD foi produzido por Paulo Renato e Euclides Amaral, e conta com a participação de músicos, compositores, letristas e arranjadores da nova safra da MPB, concatenados com outros que já detém renome no mercado musicai. Garanto uma coisa, meu chapa! Se você não conhece pelo menos um desses nomes... na certa você é de outro planeta. Lá vai a "plêiade" participante: Sergio Natureza, Renato Piau, Tomás Improta, Perinho Santana, Paulo Malagutti, Lu Díonízio, Euclides Amaral. Paulo Renato, Marcelo Moreno, Rubens Cardoso, Olten, Marko Andrade, Sérgio Lupper, Henrique Silva, Ceiça, Serginho Boré, Elza Maria, Sandra Vieira, Paulo José, Carlos Costa, Tharcísio Rocha, Sidney Cruz, Joelson Uma, Milton Sivans, Carlinhos Trumpete, Gabriel Lopes, Eurico Figueiredo, Vítor Bertrami, e Berto Luze, dentro outros... executando samba, choro, jazz, bossa, blues, toada, bolero, baião e soul. Tudo isso com o molho carioca, longe dos modismos bobos e estéreis... como acentuou na contra-capa do CD o grande crítico Ricardo Cravo Albin. O CD pode ser encontrado no CCBB, Paço Imperial (livraria Arlequim), Sala Funarte, Espaço Cultural Caravelas, Museu da República e na Bicuda FM, que vem dando o maior apoio executando as músicas do CD, inclusive 'Choro de Passarinho", de Renato Piau, Rubens Cardoso e Euclides Amaral, interpretada por Elza Maria. O CD vem sendo bem aceito pela critica do "O GLOBO" , da revista "Época", etc., e principalmente pelo público antenado com a música de qualidade, sem rabo preso com modismos”.
Euclides Amaral – Jornal da Rádio Bicuda FM 12/1999.
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“Hoje o samba-canção onde está?”, canta, ao violão, Henrique Silva na sua bela “Lady Duran”. Um bom lugar para começar a procurar e nesta coletânea produzida pelo poeta, escritor e letrista Euclides Amaral. Tem samba-canção, black music, instrumental nacional, romântico e chorinho, tudo isso regado à cerveja gelada, praia, gente bonita, malandragem e a Cidade Maravilhosa como pano de fundo. Coletânea de vários talentos que interagem neste trabalho compõem juntos, emprestam canções, cantam e tocam na faixa dos amigos. Tudo num esforço de mostrar música carioca, brasileira, de qualidade e longe de modismos. Destaque para “Lua comparsa”, na bela voz de Ceiça, para o swing de “Noite”, para a alegria de “Choro de passarinho”; e para a beleza de “Revirando”, de Tharcísio Rocha. Um belo investimento na música brasileira”.
Revista Backstage – 02/2000
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“Muito bem produzido pelo letrista Euclides Amaral e o músico Paulo Renato, Conexão Carioca reúne letristas, arranjadores e intérpretes da nova safra, além de músicos experientes como Renato Piau, Sergio Natureza, Rubens Cardoso, Carlinhos Trumpete e Tharcísio Rocha. É mais um bom fruto do esforço conjunto de profissionais sintonizados com a nova realidade do mercado fonográfico, onde surge a figura do artista-produtor e onde reside uma esperança para trabalhos de alto nível que não encontram espaço nos canais tradicionais. Como diz a letra de “Quatro paredes” (faixa 10), há quem diga que é coisa dos loucos transformar sonhos em realidade. Hoje o Brasil precisa muito deles. No disco, além de ouvir músicos queridos e admirados, temos a chance de ter contato com revelações ou gente que está há muito tempo na luta e não é conhecida do grande público, como o letrista Sidney Cruz, as cantoras Ceiça, Lu Díonízio e Sandra Vieira ou ainda os intérpretes e compositores Carlos Costa e Henrique Silva. O crítico e pesquisador Ricardo Cravo Albin, que apresenta o trabalho, se refere à Conexão Carioca como uma prova de que a MPB “Vai muito bem, obrigado. É só ouvir o CD – onde há alguns momentos muito bons – para se acreditar que a música carioca, a do padrão da classe média, jamais morrerá, apesar de tudo”.
Rogério Lessa – Revista Música Brasileira 3/2000
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“O Rio de Janeiro, como o resto do Brasil, foi invadido pela música das grandes gravadoras: Axé Music, Country ou Brega. São os frutos de uma hegemonia imposta pelo marketing eficiente dos que fazem da mídia um meio de lucro. Há também os que encaram a música como o caminho de sua expressão humana, e fazem-na com amor. Eventualmente vivem dela. Os que ainda não conseguem, tentam. Na terça-feira, dia 14/03, um grupo de artistas reuniu-se no Bar Xalan, na Corrêa Dutra, 36. São os autores de uma dessas belas tentativas, a edição do CD independente Conexão Carioca, que reuniu músicos, letristas, arranjadores e intérpretes da nova safra da MPB. Todas as terças, encontram-se para declamar, cantar, bater papo, trocar arte, esta preciosa intimidade que rola na MPB. Entre uma conversa e outra combinam parcerias, emprestam composições, sem deixar de lado a carreira solo. "Um belo dia nos tocamos que deveríamos trabalhar todos juntos, em um prometo em que cada um pudesse dar sua contribuição", conta Euclides Amaral, um dos produtores. "A partir daí procuramos colaboradores e pessoas que acreditassem na idéia", afirma. O Conexão Carioca foi um sucesso. A música mais aplaudida do CD foi a primeira faixa, “Lua Comparsa”, parceria de Marko Andrade, Rubens Cardoso e Euclides Amaral. Esgotou em pouco mais de um mês, surpreendendo seus produtores. O resultado deu tão certo que essa turma está novamente reunida, com o pretexto de ajustar os últimos detalhes para o lançamento do Conexão Carioca 2. Neste segundo trabalho, já com o reforço do Presidente da Sociedade Carioca de Poetas, Célio Khouri, que se apresentaria em parceria com Anescarzinho do Salgueiro, recentemente falecido, elaboraram juntos um projeto que iriam gravar no CD. "Com sua morte, darei continuidade ao que planejamos. Nossa música, “Amor Flutuante”, entrará neste segundo CD.", disse Khouri. "O Anescarzinho foi uma sumidade do nosso samba, fez parte do Projeto Rosa de Ouro com Clementina de Jesus e compôs vários sambas enredo, entre eles “Chica da Silva”, que revolucionou o samba carioca”, acrescenta. Desta vez, o movimento vem com mais força. Após ter recebido críticas positivas, como a de António Carlos Miguel, do Jornal O Globo; de Joaquim Ferreira dos Santos, diretor geral do caderno D, do Dia e também da Revista Música Brasileira, de Rogério Lessa, e ter esgotado a primeira tiragem em um mês, já foram contatados por mais de uma gravadora para uma possível reedição do trabalho e o lançamento do segundo CD. O Conexão Carioca surgiu inicialmente com a idéia de reunir músicas já gravadas por artistas de raiz, que não estavam nos planos de produção de massa das grandes gravadoras, a despeito de seu inegável valor artístico. Conforme o desenrolar do projeto, o plano original acabou sofrendo alterações, cujo resultado foi o ineditismo de 14 das 17 faixas que compõem o CD. "O artista acredita que o novo é sempremelhor. Ele tem essa inquietação de estar constantemente produzindo, se reciclando", diz Euclides Amaral, justificando a alteração sofrida no projeto original. Essa mistura resultou numa variedade de estilos cariocamente brasileiros, transitando do chorinho ao jazz, passando por boleros e sambas de raiz, sempre mantendo o sotaque de pureza musical. A pluralidade de arranjos e estilos foi conseqüência da multiplicidade de estúdios utilizados, pois cada faixa foi produzida individualmente e entregue pronta aos produtores Paulo Renato e Euclides Amaral, que as mixaram e masterizaram para a edição do CD. O apoio da Elipse Design e Propaganda proporcionou o acabamento final para a concretização do trabalho. Ricardo Cravo Albin, grande estudioso das manifestações musicais brasileiras, foi um dos incentivadores do projeto. Crítico musical, no momento dedica-se ao Projeto 500 Anos de Música Brasileira, patrocinado pelo Governo Federal, com a produção do Dicionário Cravo Albin da MPB, composto de mais de 5 mil verbetes sobre a música nacional. Ele fez a apresentação do CD, onde não poupa elogios à iniciativa. Os artistas que abraçaram o projeto em sua maioria têm carreira solo. "São pessoas no mínimo com 15 anos de experiência", ressalta Euclides Amaral. Entre eles encontra-se Renato Piau, que já tocou com Cássia Eller, Luiz Gonzaga, e Raul Seixas, atualmente acompanhando Luiz Melodia; Elza Maria, uma das intérpretes do CD, que já lançou vários CDs solo, com participações no nível de Lenine e Geraldo Azevedo. Dos compositores presentes na gravação, destaca-se Sergio Natureza, cujas letras fazem parte do repertório de grande parte dos intérpretes de MPB, como, por exemplo: Ney Matogrosso, Zizi Possi e Elis Regina. Outro nome a ser citado é o de Sidney Cruz, teatrólogo, diretor de "As Primícias", de Dias Gomes, que apresentou músicas inéditas de Guinga e Aldir Blanc. O Enseada Jornal acre-
dita na iniciativa e na necessidade da abertura de novos espaços para a manifestação musical da cultura carioca. Por isso mantém contato com o Dr. Marcelo Maywaid, Administrador da Quarta Região para em conjunto com a Funarj fazer da Sala Sidney Muller, no Humaitá, um palco para a música popular carioca.”
Marcelo Waddington – Enseada Jornal 4/2000
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“O grupo Conexão Carioca, congregando artistas nativos, na sua maioria da zona norte, tem no poeta e produtor cultural Euclides Amaral seu mentor e realizador; já lançou um CD com vários participantes (Elza Maria, Marko Andrade, Ceiça, Henrique Silva, Joelson Lima, Rubens Cardoso e Paulo Renato) e um novo CD tem lançamento previsto para dezembro (Lúcio Sherman, Solange Pereira e os outros anteriormente citados), pelo selo Guitarra Brasileira de Renato Piau, que faz parte do CD, avalizado pelo crítico Ricardo Cravo Albin”.
Sergio Natureza - Caderno Cultura & Lazer do Jornal Gazeta do Rio de Janeiro – 11/2000.

Conexão 3 | Subir >
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CONEXÃO CARIOCA 2 : Histórico>>>

“O cantor e compositor Lúcio Sherman, revelação da Baixada Fluminense em 2000, participará na próxima quarta-feira, dia 20, do lançamento do CD Conexão Carioca 2, produzido pelo poeta e letrista Euclides Amaral, com aval e apresentação do crítico musical Ricardo Cravo Albin. A coletânea, editada pelo selo Guitarra Brasileira, reúne intérpretes e compositores já reconhecidos no mercado fonográfico como Renato Piau, Sergio Natureza e Elza Maria e traz também uma nova safra de artistas, muito deles/com discos solos. Na ocasião, haverá uma pequena mostra ao vivo, com a participação de alguns músicos, intérpretes e letristas que compõem o disco. O lançamento do CD será a partir das 20:00 S, no Espaço Cultural Caravelas (Rua Visconde de Caravelas, 23, Botafogo). A entrada franca.”
Alberto Ellobo e Cristiane Freitas – Jornal O Municipal Baixada Fluminense – 12/2000
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“Nova safra de cantores e compositores: Depois do sucesso do primeiro disco "Conexão Carioca", o selo Guitarra Brasileira e o letrista Euclides Amaral, com o aval do crítico musical Ricardo Cravo Albin, lançam a coletânea "Conexão Carioca 2" - O Retorno, outra vez reunindo novos talentos e um quadro representativo do que de melhor e criativo está surgindo na cidade. Com músicos experientes como Renato Piau, Arthur Maia, Repolho, Carlinhos Trumpete, entre tantos, a seleção democrática, na forma de pau-de-sebo, dá oportunidade de intérpretes e compositores jovens mostrarem um painel diversificado da nova produção fonográfica. Um trabalho de base que merece o nosso reconhecimento.”.
Márcio Paschoal – Jornal das Gravadoras 12/2000.
: Subir >>> : Outra crítica do Márcio Paschoal>>>

“O poeta e letrista Euclides Amaral está lançando o CD "Conexão Carioca 2", uma coletânea que reúne intérpretes e compositores conhecidos do mercado fonográfico brasileiro como Renato Piau, Sergio Natureza e Elza Maria. O evento irá acontecer no Espaço Cultural Caravelas, hoje, às 20h30, em Botafogo, com entrada gratuita. Na ocasião haverá uma pequena mostra ao vivo, deste novo trabalho, com a participação de alguns músicos, intérpretes e letristas que compõem o disco. O CD também traz uma nova sofra de músicos, entre eles Lúcio Sherman, e outros artistas consagrados também marcam sua presença neste trabalho. O Espaço Cultural Caravelas fica na Rua Visconde de Caravelas 23 - Botafogo. A entrada e franca”.
Kátia Xavier – Jornal O Povo 20/12/2000
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“Guitarrista preferido de Tim Maia, Sérgio Sampaio e Luiz Melodia, o piauiense Renato Piau (conforme o sobrenome artístico) celebra hoje em festa particular, no Rio Comprido, 30 anos de estada no Rio e o crescimento de seu selo Guitarra brasileira. Entre os títulos já lançados estão dois volumes dos paus-de-sebo Conexão Carioca, com nomes como Elza Maria, Marko Andrade, Lúcio Sherman e Joelson Lima. Alguns deles saem também em tí tulos individuais, como Semente (Elza Maria), Aldeias urbanas (Marko Andrade), ao lado do próprio Piau (Guitarra brasileira), e a dupla Chiko Queiroga e António Rogério (Ao Vivo), convidada a apresentar-se na próxima edição do The New Orleans Jazz & Heritage Festival, dia 27 de abril”.
Tárik de Souza – Jornal do Brasil 3/2001
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“Produzido por Euclides Amaral, o Conexão Carioca vem em sua segunda versão. Não tão boa quanto o primeira, o que é quase um lugar-comum, ainda assim o disco traz algumas boas surpresas. O trabalho reúne um pau-de-sebo com algumas promessas cariocas de boa MPB. O CD começa com a melódica "Ciúme" de Lúcio Sherman, que agrada, apesar da letra fraca. Em "Ritmo Exato" de Rubens Cardoso e Joelson Uma, a voz de Ceiça sobressai. Boa também "Chame o Elevador", com Ricco Duarte. Além de produtor cultural, Euclides Amaral é poeta de mão cheia. Em "Por um triz" sua letra trama sensibilidades: "O sonho dos náufragos são ilhas/ que o amor eterno é uma fração pro o coração,... todo amor vive por um triz, sábios não podem decifrar o mistério de navegar/quase, quase que fui feliz...). O trompete de Berto Luze em "Demais" está no ponto. Mas a grande chama do disco, a melhor sem dúvida, é "Cadilac do Prefeito", uma parceria feliz de Renato Piau e Sergio Natureza. Sensacional, Piau arrasa no instrumental com domínio e ritmo completos. Pena que não temos a letra de Sergio Natureza que deveria constar do encarte. Fica a curiosidade de saber o porquê da história do tal cadilac. No mais, a rapaziada do Conexão Carioca está de parabéns. Disco de bom nível e preparação certa a vôos maiores”.
Márcio Paschoal – Jornal das Gravadoras 3/2001

Conexão 2 | Subir
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Conexão 3 :
Histórico>>>

Crítica (em breve)
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