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Histórico CONEXÃO CARIOCA 1 CONEXÃO CARIOCA 2 CONEXÃO CARIOCA 3 “Quando me perguntam a quantas anda a nossa MPB ao final deste tumultuado século, costumo dizer que ela vai bem, obrigado, apesar das mínimas chances que se oferecem aos nossos talentos que surgem, aqui, acolá. Este disco - produzido pelo esforço e persistência do poeta, escritor e letrista Euclides Amaral - significa uma contribuição muito interessante para abrir espaços a gente que faz música de boa qualidade. E o que é melhor; eles produzem música no Rio, berço do samba e da bossa, mas onde também grassam ervas daninhas dos modismos bobos e estéreis. Entre gente nova, eu me surpreendi em encontrar aqui talentos mais robustos como Sergio Natureza e Renato Piau, que cintilam entre os menos conhecidos, mas os alavancam, generosamente. É só ouvir este CD - onde há alguns momentos muito bons - para se acreditar que a música carioca, a do padrão classe média, jamais morrerá. Apesar de tudo”. Rio, 17 de agosto de 1999. Ricardo Cravo Albin. Críticas>>> : Subir>>> ------------------------------------------------------------------- “Há um ano atrás, antes mesmo de Integrar-se à equipe de pesquisadores do Dicionário Albin da MPB, em preparo pelo Ministério da Cultura, fui procurado pelo letrista e produtor Euclides Amaral, que me pedia uma única coisa: ouvir o CD que ele acabara de produzir e que apresentava gente nova da música carioca, especialmente a turma quase sempre azeitada da zona norte da cidade. Caso gostasse, pedia o poeta que eu escrevesse algumas linhas sobre o trabalho. Claro que gostei e apresentei o CD. E tanto que aqui estou de novo, para reiterar-lhes que o Conexão Carioca 2 segue a mesma linha de ação particularmente comovedora pare mim. Ou seja, um trabalho de resistência cultural. Há muita música interessante, que vão de sambas cariocas vazados na velha e imbatível tradição como “Santo maior” ou “Chame o elevador”, onde os compositores reverenciam o melhor perfume carioca, até ao intrigante e surreal “Xingu” passando pela bela balada “Ciúme” e o instrumental “Cadilac do prefeito” do já consagrado Renato Piau. Em resumo, mais um esforço, mais um desabafo, mais um ato de coragem. Tudo isso para proclamarmos que há gente de talento, sim senhor, afastada pela mídia, do nosso convívio”. (Ricardo Cravo Albin, outubro de 2000) Críticas>>> : Subir>>> ------------------------------------------------------------------- “Aí está o Conexão Carioca com sua 3ª bolacha – trazendo bom som, bom tom, música do bem. trabalhos de artistas do Rio ou aqui radicados -de onde quer que tenham vindo, são bem-vindos se querem se conectar, juntar forças, notas e versos à conclamação geral. Este é o espírito da coisa. Desde o primeiro CD do Conexão, vêm sendo mostrados diferentes sotaques musicais, tendências, levadas, confirmando que a rapaziada não perdeu a mão, continua fazendo música daqui, respondendo à altura aos que dizem que Rio perdeu a identidade. Neste meu breve e informal depoimento não entra nenhum critério crítico. Além de ser co- autor de duas canções nos dois primeiros discos do Conexão, por uma questão de ética e também por não ser minha função criticar, deixo aos de direito (ainda que, por vezes, às avessas) a tarefa de fazê-lo. A mim cabe o prazer de festejar, prestigiar, aplaudir o esforço do Euclides Amaral – bardo/orador dos melhores e produtor deste CD -todos os envolvidos/participantes, por colocarem à disposição dos ouvidos/corações abertos música de quem faz de verdade, com vontade, com fé, com certeza de que, esquemas à parte, o que mais interessa é a arte... pela arte? Sim, por ela, mas também pela possível (e merecida) abertura/acolhida pelos meios de comunicação. Por que não?. Para todos, este Conexão 3; várias tendências, compositores e intérpretes vários – tônica do projeto desde o primeiro disco, um interessante painel de quem faz o que gosta. Gostou? Que bom! Não gostou? Então faça. O importante é fazer. E o Conexão não faz graça!”. (Sergio Natureza – 6/2002). Crítica (em breve) : Subir>>> |
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